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AMOR OU PAIXÃO?

“Tinha Absalão, filho de Davi, uma formosa irmã, cujo nome era Tamar. Amnom, filho de Davi, se enamorou dela” 
2Sm 13.1

Amar e estar apaixonado são a mesma coisa? Paixão é amor? Amor é paixão? Muitos acreditam que sim; eu entendo que não. O amor jamais acaba; a paixão é passageira. O amor é equilibrado; a paixão é descontrolada. O amor é altruísta; a paixão é egoísta. O amor traz leveza; a paixão produz tormento. O amor se concentra em agradar o outro; a paixão em satisfazer seus desejos. O amor produz deleite para a alma; a paixão tormento para o coração.

O drama de Amnom, filho do rei Davi, ilustra esse fato. Ele se apaixonou por sua meia-irmã Tamar, a ponto de emagrecer. Era um sentimento avassalador e incontrolável. Orientado por Jonadabe, fingiu-se de doente. Quando seu pai foi visitá-lo, requereu também uma visita de Tamar, pois disse que se ela lhe fizesse uma refeição especial, de sua mão a comeria. Quando Tamar entrou em seu quarto, levando-lhe o repasto, Amnom agarrou-a e forçou-a, a despeito de suas veementes súplicas.

Depois de satisfazer seu louco desejo, sentiu por ela profunda aversão, a ponto dessa aversão ser maior do que seu alegado amor. Amnom desonrou duplamente sua irmã: possuiu-a de forma violenta e desprezou-a em seguida de forma humilhante. O alegado amor que sentia por ela era um simulacro de amor. Não era amor; apenas uma paixão adoecida.

Referência para leitura: 2 Samuel 13.1-36
Fonte: Cada Dia

Versículo do dia

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ATRAÇÃO FATAL!

“E já está próximo o fim de todas as coisas;
portanto, sede sóbrios e vigiai em oração” 
1Pe 4.7

Pedro nos exorta a sermos sóbrios e vigilantes. Ser sóbrio implica em velar e aplicar os princípios e mandamentos de Deus em nossa vida diária. Quando pensei no tema da nossa meditação, subiu-me à mente a luta que o crente enfrenta todos os dias. Não somente a batalha contra Satanás e os demônios, mas também contra o mundo e, sobretudo, contra a nossa carne ou natureza terrena.

Ser sóbrio significa fazer morrer essa natureza e não ordenar os caminhos pelos nossos sentimentos e emoções. Quando somos dominados por sentimentos inerentes a nós mesmos, perdemos a capacidade de discernir a verdade e caminhamos pelo erro. Ser dominado pelas emoções é render-se a uma atração que constantemente nos assedia.

Paulo constatou isso e se queixou em Romanos 7. 18a “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem.” O que ele queria dizer? Ele constatou que a natureza do coração humano é enganosa e traiçoeira. Nossos sentimentos e emoções são enganosos. Não se fie neles e nem ande por eles. Ser sóbrio é discernir essa atração fatal.

 

Senhor Deus, Jesus está no comando de todas as coisas, inclusive de cada área da minha vida. Peço-te que essa bendita certeza traga paz ao meu aflito coração. Em nome de Jesus. Amém.
Fonte:Cada dia

NOSSA GLORIOSA HERANÇA

por Boa Semente

O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados

(Romanos 8:16-17)Os versículos acima nos mostram que destino glorioso nos aguarda como filhos e herdeiros de Deus. Seremos glorificados com Cristo. Até isso se tornar realidade, passaremos por sofrimentos, mas diante de nós está a glória.

Nosso Salvador já a alcançou como ser humano, porém Ele quer compartilhá-la conosco, pois somos Seus pela fé, unidos inseparavelmente a Ele. Algumas passagens do Novo Testamento falam acerca disso:

“Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas” (Filipenses 3:20-21).

“Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vós vos manifestareis com ele em glória” (Colossenses 3:4).

“Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito, e fé da verdade; para o que pelo nosso evangelho vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Tessalonicenses 2:13-14).

A grandeza da glória de nosso Salvador será manifesta em nós. Que riqueza de Sua graça!

Notas:

Extraído do devocional BOA SEMENTE– pedidos@boasemente.com.br

Fonte:
irmaos.com

REMÉDIO PARA O CORAÇÃO AFLITO

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Era quinta-feira, o dia fatídico da traição de Judas, do abandono dos discípulos, da luta de sangrento suor, da prisão humilhante e do julgamento ilegal do sinédrio. Os discípulos estavam com seus corações aflitos e turbados. Em João 14.1-3, Jesus oferece três remédios para a cura de um coração aflito.

Primeiro, a fé em Cristo. A fé é uma âncora firme quando singramos os mares revoltos da vida. Não temos que olhar a fúria das ondas nem nos amedrontar com o rugido dos ventos. Temos de olhar para Jesus. Segundo, a certeza do céu. O céu é a casa do Pai, onde há muitas moradas. É o lugar preparado para pessoas preparadas. A vida não é só o aqui e o agora. Há um futuro de glória para aqueles que creem no Senhor Jesus.

Terceiro, a segunda vinda de Cristo. Jesus voltará para nos buscar. Subiremos com ele, reinaremos com ele e desfrutaremos com ele as venturas benditas do Paraíso. A aflição não precisa ser nosso cálice nem nosso coração precisa ser sobressaltado pela angústia. Podemos levantar nossos olhos e contemplar, pela fé, as glórias do futuro.

 

Pai, só tu conheces as vezes em que choro e sofro solitária e 
silenciosamente. Enxuga as minhas lágrimas e estampa novamente em meu rosto um lindo sorriso. Em nome de Jesus. Amém.

O SOCORRO DE DEUS

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“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, 
socorro bem presente nas tribulações.” 
Sl 46.1

O socorro divino é a âncora da nossa paz: “… Deus é fortaleza no dia da angústia…”. Deus não abandona o seu povo nas batalhas da vida. Ele caminha conosco pelas ondas revoltas, pelos rios caudalosos e pelas fornalhas acesas. Inspira canções de louvor nas noites escuras e coloca em nossos lábios um cântico de vitória. Ele é nossa cidade refúgio, nosso escudo protetor, nosso amigo mais achegado, nosso abrigo no temporal.

Nem sempre Deus nos livra da angústia, mas sempre é fortaleza no dia da angústia. Nem sempre nos livra do fogo ardente das provas, mas sempre nos livra nas provas. O fogo das provas só pode queimar nossas amarras, mas não pode tostar sequer um fio de cabelo da nossa cabeça. Nem sempre Deus nos livra da morte, mas sempre nos livra na morte e nos leva a salvo para o seu reino celestial.

O futuro pode ser incerto para nós; jamais, porém, o será para Deus. Ele nos toma pela mão direita, nos guia com o seu conselho eterno e depois nos recebe na glória. Caminhamos de força em força, de fé em fé, sendo transformados de glória em glória até entrarmos pelas portas da cidade santa.

Senhor, Deus de toda a terra, a religiosidade move as pessoas em direção à autojustificação. Mas quem anda contigo sabe que só em Cristo há plenitude de graça. Em nome de Jesus. Amém.

PRESENTE DOLOROSO

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“…tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.”
Rm 8.18

 

A caminhada do cristão é uma marcha por estradas crivadas de espinhos. O caminho rumo à glória é estreito e a porta é apertada. Temos um presente doloroso, porém, um futuro glorioso. Paulo escreve: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação”. Aqui, nossos olhos ficam empapuçados de lágrimas e nosso corpo geme sob o castigo da dor.

Aqui enfrentamos ondas encapeladas, rios caudalosos e atravessamos fornalhas ardentes. Aqui sofremos, choramos e sangramos. Porém, em comparação com a glória por vir, a ser revelada em nós, nossas tribulações são leves e passageiras. O presente é doloroso, mas o futuro é glorioso. Nosso destino final não é um corpo caquético, mas um corpo de glória.

Nossa jornada não termina num túmulo gelado, mas na Jerusalém celeste. Nosso fim não é a morte, mas a vida eterna. O nosso futuro de glória deve encorajar-nos a enfrentar, com alegria, a nossa presente tribulação. O que seremos deve nos encher de esperança para lidarmos com as limitações de quem somos. Vivemos na dimensão da eternidade!

 

Deus, ajuda-me a colocar meus olhos na eternidade que tu tens preparada aos que te amam. A expectativa da glória futura renova minhas esperanças no presente. Em nome de Jesus. Amém.

 

DEUS SABE OS QUE NELE SE REFUGIAM

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“… O Senhor conhece os que lhe pertencem…” 
2Tm 2.19

 

Naum diz que Deus “… conhece os que nele se refugiam”. Nossa segurança está no fato de Deus nos conhecer. O conhecimento de Deus não é apenas assentimento intelectual, mas, sobretudo, afeto relacional. Quando o profeta diz que Deus nos conhece, quer dizer que Deus nos ama e com amor eterno. Nossa segurança não está no fato de que conhecemos a Deus, mas no fato de que ele nos conhece.

O apóstolo Paulo, nessa mesma linha de pensamento, diz: “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem”. Deus também conhece aqueles que nele se refugiam. Jesus conhece suas ovelhas, dá-lhes a vida eterna e ninguém as arrebata de suas mãos. Em Deus temos segurança inabalável.

Nele temos salvação eterna, pois ele é o refúgio seguro no dia da angústia; ele é a torre forte que nos abriga do temporal; ele é a cidade refúgio que nos livra dos vingadores de sangue. A tempestade pode estar devastadora lá fora, mas refugiados nos braços de Deus, dentro da arca da salvação, temos uma âncora firme e inabalável de esperança!

 

Senhor Deus, recebe-me e ampara-me em teus braços. Sem ti nada posso. Sou fraco e necessitado. Eu creio que o melhor lugar para se estar é bem junto a ti. Em nome de Jesus. Amém.

O DRAMA DA DOR

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“Se eu falar, a minha dor não cessa, 
se me calar, qual é o meu alívio?”
Jó 16.6

 

A dor é a experiência mais comum da vida. Há dores físicas e emocionais. Dor que atinge o corpo e assola a alma. Um dos exemplos mais dramáticos é a vida de Jó. Ele era um homem rico e um pai exemplar. Deus testificou de sua integridade, mas Satanás questionou suas motivações. Deus permite a Satanás tocar em seus bens, em sua família e em sua saúde.

Nesse momento Deus constitui Jó em seu advogado. Jó vai à falência. Perde seus dez filhos num único acidente e enterra todos eles no mesmo dia. Assolado por uma dor indescritível, prostra-se, adora a Deus e diz: “O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou, bendito seja o nome do Senhor”. O sofrimento de Jó não parava aí. Foi afligido também por uma doença terrível. Seu corpo ficou chagado. Sua pele necrosou sobre os ossos pontiagudos.

Perdeu o apoio da mulher e ainda recebeu injustas acusações dos amigos. Nesse mar revolto de dor, Jó não blasfemou contra Deus. Ao fim, o Senhor restaurou sua sorte, e devolveu-lhe o dobro de tudo quanto possuíra. O Deus de Jó é também o seu Deus. Espere nele e sua restauração brotará sem demora!

 

Pai celeste, as lutas pelas quais tenho passado insistem em enfraquecer a minha fé. Mas sei que a tua força firma os meus passos e renova as minhas esperanças. Em nome de Jesus. Amém.

COMUNHÃO COM A TRINDADE


“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, 
o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” 
Jo 17.3

 

João 17 é um convite para voltarmos para casa. Na oração Jesus mostra não somente o caminho, como também dá detalhes da casa. A oração de Jesus é uma realidade espiritual de que pertencemos a Deus com todo o nosso ser e à casa do Pai sempre. No texto temos a oração sacerdotal do Senhor Jesus e a oração traduz aquilo que foi tratado sobre a expressão da relação do ser de Deus.

A relação da Trindade é a que cada pessoa vive por e para o outro. Esta oração transcende toda a capacidade humana de compreender o significado da união da Trindade. O que o Pai tem pertence ao Filho e ao Espírito Santo. Esta relação nos convida a participar deste momento de comunhão na Trindade.

Deve haver a nossa participação na alegria da comunhão do ser de Deus. Fora da comunhão não há sentido da existência humana. A Trindade é o modelo de comunhão que o povo de Deus pode ter como igreja. Jesus deseja que conheçamos a cada dia o Pai, a ele e ao Espírito Santo. Jesus pede ao seu Pai para glorificá-lo, pede para que dê a vida eterna a todos aqueles que ele tem dado.

 

Deus bendito, nos ajuda a experimentar maior comunhão com o Pai, com o Filho e com o Espírito Santo. Obrigado por tão grande graça concedida a nós. Em nome de Jesus. Amém.
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